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PB investiga 10 mortes por dengue, zika ou chikungunya em 2019

A Paraíba investiga 10 mortes, registradas nos quatro primeiros meses de 2019, com suspeita de que tenham sido causadas pelas chamadas arboviroses, como dengue, zika ou chikungunya, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), nesta quinta-feira (2).

Inicialmente, foram notificadas 13 suspeitas de mortes por arboviroses, contudo, três delas - em Areia, Soledade e Campina Grande - foram descartadas. Dos casos que seguem em investigação, cinco foram registrados em João Pessoa, um em Campina Grande, um em Alagoa Nova, um em Cacimba de Areia, um em Bayeux e um em Sousa.

 

Casos notificados

O documento aponta que, este ano, o estado já registrou 2.981 casos prováveis de dengue, sendo a maioria desses, 1.143, em João Pessoa. Em comparação ao mesmo período do ano passado, houve um aumento de 20% no número de notificações.

Em segundo lugar está a chikungunya, com 310 notificações de casos prováveis em 56 municípios paraibanos, o que representa um acréscimo de 4% em relação ao mesmo espaço de tempo em 2018.

Apesar disso, a quantidade de casos prováveis de zika apresentou uma redução de 3,5% quando comparada ao mesmo período de 2018, passando de 82 notificações no ano anterior para 79 em 2019.

 

Áreas de risco

Segundo o boletim, o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), feito pelos municípios paraibanos de 1 a 5 de abril, indicou que 77, cerca de 34,52%, estão em situação de risco para ocorrência de surto; 123, aproximadamente 55,15%, estão em alerta; e 23 cidades, 10,31%, estão em situação satisfatória.

No documento, a SES pontuou que estão programadas atividades como bloqueios de transmissão, por meio da aplicação de UBV pesado com carro fumacê, monitoramento e acompanhamento da situação epidemiológica, qualificação em manejo clínico de arboviroses e distribuição de material educativo para as Gerências Regionais de Saúde.

 

 

G1PB