
O homem assassinado na manhã desta terça-feira (20), por volta das 8h45, próximo à praça do Conjunto Bivar Olinto, Zona Oeste de Patos, no interior da Paraíba, pode ter sido morto por engano. É o que acredita a Polícia Militar que prendeu minutos depois o autor do crime que confessou o delito. Pedro Lucas Lucena da Silva, de 25 anos não tinha antecedentes criminais, a PM.
O rapaz morto com tiros na cabeça, morreu ainda no local antes mesmo da chegada do Samu 192, e não teve chances de ocorrência. Os tiros foram deflagrados à queima-roupa.
Logo após o crime, a Polícia Militar foi acionada e montou uma rota de fuga do autor que estava em uma motocicleta, cor preta, roubada. De acordo com o comandante do 3º Batalhão de Polícia Militar, o tenente-coronel Deuslânio Menezes, a polícia montou o cerco e conseguiu informações de que o autor foi homificado na Zona Rural de Santa Terezinha, no Sítio Agroville. O local do crime fica na saída para aquele município vizinho a Patos.
O cerco descoberto na sua prisão e o rapaz não esboçou fatos aos policiais. Com ele, foram encontradas uma moto roubada, que ele confessou ter roubado somente para a prática do crime, bem como uma arma usada, um revólver calibre 38 e munições ainda intactas.
Segundo a PM, ele disse que matou o rapaz por ter desavenças com um tio dele no passado. No entanto, segundo apuração policial, a vítima pode ter sido confundida já que o suposto desafeto conseguiu fugir antes.
"A vítima tem características semelhantes ao suposto desafeto, e não descartamos que ela tenha sido cometida por engano. A Polícia Civil agora irá conduzir as investigações e averiguar a história contada pelo homicida", disse o comandante.
A arma, a moto e o homicida foram prolongados para a Central da Polícia Civil de Patos.
A Delegacia de Homicídios e Entorpecentes (DHE) e as informações iniciais de apuração dão conta que Bracinho confundiu Pedro Lucas devido às semelhanças físicas e tatuagens.
O preso, conhecido pelo vulgo "Bracinho", de 21 anos, é apontado como elemento de alta periculosidade e com envolvimento em facção criminosa.
O comandante do 3º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Deuslânio Menezes, dá mais detalhes.
Com este homicídio, levantado para nove o número de assassinatos praticados em Patos em 2026
Por Vicente Conserva - 40 graus
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