• (83) 9 9963.2121
Sexta-Feira, 10 de Julho de 2026 | |
... 0°C 0°C

O Tribunal do Júri condenou Rodrigo Petermann a 22 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato da missionária e técnica de enfermagem patoense Maria Aparecida Firmino, que usava o nome de Erilúcia. O crime ocorreu em junho de 2018, na zona rural de Alfredo Wagner, na Grande Florianópolis. O julgamento foi em Bom Retiro, na quinta-feira (21), presidido pelo juiz Edison Alvanir dos Anjos de Oliveira Junior.

O réu foi condenado por homicídio qualificado (feminicídio, motivo fútil, meio cruel e com recurso que dificultou a defesa da vítima). O advogado dele, Jonas de Oliveira, disse que vai recorrer para tentar afastar as qualificadoras do crime, a fim de que Petermann seja sentenciado por homicídio simples.

O réu, que foi preso em 4 de julho de 2018 pelo furto de uma televisão de um restaurante em Penha, no Litoral Norte catarinense, e continuou atrás das grades por força de mandado de prisão preventiva pelo assassinato, não poderá recorrer em liberdade.

O crime

A missionária foi atingida por golpes de faca na cabeça e teve a orelha arrancada. Conforme a denúncia, o acusado ainda passou por cima do corpo dela com um carro repetidas vezes. O veículo havia sido roubado por ele momentos antes.

A missionária e técnica de enfermagem trabalhava em um sítio com um pastor de 54 anos com paralisia nas pernas. Ele recebia na casa dependentes químicos para evangelização.

 

G1 SC