
A próxima geração de smartphones da Apple pode chegar ao mercado com poucas mudanças visuais. Segundo novos vazamentos publicados na rede social chinesa Weibo pelo perfil Fixed Focus Digital, o futuro iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max devem manter aparência semelhante à linha anterior, impulsionados pelo sucesso comercial do iPhone 17 Pro.
De acordo com o leaker, o desempenho do modelo atual teria sido “um sucesso suficiente para a Apple estar comemorando com champanhe”. Ainda segundo ele, “a série iPhone 18 não mudará muito”. O informante reforça, porém, que os processadores A20 e A20 Pro, esperados para equipar a nova geração, serão o grande destaque da atualização, sendo “a parte mais significativa do update”.
Celular da Apple passou por diversas transformações
Embora a Apple tradicionalmente enfatize avanços em câmeras durante seus lançamentos, os rumores indicam que mudanças internas podem ser relevantes mesmo com design praticamente inalterado. Entre as possíveis novidades está a adoção de uma câmera principal com abertura variável — recurso inédito nos iPhones, mas já presente em concorrentes. A tecnologia permite ajustar o tamanho da abertura para controlar a entrada de luz e a profundidade de campo, ampliando a versatilidade nas fotos.
Há ainda especulações sobre uma nova lente teleobjetiva nos modelos Pro, com abertura maior (embora não variável), o que pode melhorar o desempenho em ambientes com pouca luz e reduzir ruídos na imagem.
Analistas observam que a Apple raramente promove grandes reformulações de design em ciclos consecutivos. Mudanças mais profundas costumam ocorrer em intervalos maiores, enquanto atualizações intermediárias priorizam desempenho e recursos internos. Mesmo que o argumento de que o sucesso do iPhone 17 Pro tenha influenciado o visual da próxima geração seja questionável — já que o desenvolvimento ocorre com anos de antecedência —, a estratégia de manter a identidade do modelo bem-sucedido não seria inédita.
Outros rumores apontam para a possível inclusão do Face ID sob a tela nos modelos Pro e para o fim do controverso acabamento traseiro em dois tons introduzido recentemente. Também circulam informações de que a Apple pode dividir o calendário de lançamentos a partir de 2026, com os modelos Pro sendo apresentados em setembro e versões adicionais chegando apenas na primavera de 2027.
Vermelho inédito
Além das especificações técnicas, as cores também devem ganhar atenção especial. Em sua newsletter, o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, afirmou que a Apple testa uma nova opção em vermelho profundo para o iPhone 18 Pro — algo inédito para a linha principal no lançamento.
“O primeiro iPhone vermelho chegou como uma edição de meio de ciclo para o iPhone 7 e iPhone 7 Plus. Você podia comprar o iPhone mais novo na cor vermelha, mas não nos primeiros seis meses de disponibilidade do modelo”, relatou o site 9to5Mac.
Historicamente, tons vibrantes eram reservados a modelos não-Pro ou lançados meses após a estreia oficial. Até recentemente, os modelos avançados privilegiavam cores mais sóbrias, como Verde Floresta e Roxo Profundo. Isso mudou com a introdução do Laranja Cósmico na geração passada.
Segundo Gurman, “a Apple está considerando agora uma cor vermelha profunda para sua próxima linha. Dado o sucesso do laranja, eu não ficaria surpreso se a empresa mantivesse essa opção e apenas adicionasse o vermelho como uma escolha adicional. Mas vermelho e laranja podem estar próximos demais no círculo cromático para termos ambos. Veremos como isso vai se desenrolar exatamente, mas posso dizer que, por enquanto, o vermelho é a nova cor de destaque em fase de testes para os próximos iPhones Pro”.
Caso confirmado, o vermelho marcaria a primeira vez que um iPhone Pro estreia oficialmente com essa tonalidade logo no lançamento, sinalizando uma possível mudança na estratégia estética da empresa.
A expectativa é que o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max sejam apresentados em setembro, possivelmente ao lado de um aguardado modelo dobrável. Até lá, os detalhes seguem no campo dos rumores — mas indicam que, desta vez, a revolução pode estar mais sob o capô do que na aparência.
Por O GLOBO — Rio de Janeiro
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