
A Polícia Federal desmanchou uma complexa estrutura de plantação ilegal com 18 mil ‘pés’ de maconha, na zona rural de Monteiro, no Cariri da Paraíba. O local tinha base para ‘funcionários’ que incluía acampamento e cozinha, além de estufa e sistema de irrigação por gotejamento para as mudas de ‘Cannabis sativa’, a planta da maconha. A Operação Limiar foi executada entre a terça (12) e esta quarta-feira (13).
A operação foi realizada após a Polícia Federal receber informes de inteligência que indicavam a existência de plantação destinada ao cultivo ilícito de drogas. A partir dessas informações, a Polícia Federal realizou diligências preliminares, incluindo pesquisas em bases abertas e análise de imagens de satélite, que confirmaram as informações obtidas.
Os policiais federais fizeram varredura no local com uso de drone e confirmaram a existência da plantação, que já estava em estágio avançado de colheita. Parte significativa das plantas já havia sido retirada, havendo ainda porções da substância armazenadas em sacos de lona.
Diante do avançado estágio da colheita, foi solicitado apoio do Batalhão Especializado de Policiamento do Interior da Polícia Militar da Paraíba, a fim de viabilizar a ação policial com segurança.
18 mil ‘pés’ e estrutura organizada
No local, segundo obtido pelo ClickPB, foram encontrados aproximadamente 18 mil pés de cannabis, além de estrutura organizada para permanência dos envolvidos, composta por acampamento improvisado, área destinada ao preparo de alimentos, instalação tipo estufa para secagem do material vegetal e sistema de irrigação por gotejamento, operado com auxílio de motobomba movida a gasolina, que captava água proveniente do canal de transposição do Rio São Francisco.
Um preso
Durante a incursão, diversos suspeitos fugiram pela mata. Um deles foi preso em flagrante.
A Operação Limiar contou com a atuação conjunta da Delegacia da Polícia Federal em Patos e da equipe do Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI).
As investigações continuam para identificação dos demais envolvidos, apuração da cadeia de financiamento e responsabilização criminal dos autores.
Por Lucas Isídio / clickpb
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