
Os 44.778 torcedores do Fortaleza que foram ao Castelão na noite deste sábado voltaram para casa frustrados. Apesar do recorde de público, o time tricolor saiu atrás na briga pelo título da Série C ao ser derrotado por 2 a 1 pelo CSA, na rodada de ida da grande final.
Com a vitória, o Azulão dá um passo muito importante para levantar a taça. No jogo de volta, marcado para o próximo sábado, no Rei Pelé, o time alagoano pode perder por até 1 a 0 para sagrar-se campeão.
Enquanto isso, o Tricolor precisa de uma vitória por 2 a 0 e um triunfo por um gol de diferença, desde que marque mais de dois gols. Uma vitória por 2 a 1 do time cearense leva a decisão para os pênaltis.
A vitória também amplia o jejum do Fortaleza jogando como mandante contra o CSA. Como mandante, o Tricolor venceu o Azulão apenas duas vezes na história. A primeira por 1 a 0, pelo Brasileirão de 1974, gol de Marciano, e a ultima há 25 anos, de 3 a 1, pela Série B de 1992, gols de Brasília, Marquinhos Capivara e Aìrton Fraga. Desde então, o Leão recepcionou o rival alagoano mais quatro vezes, com dois empates e agora três derrotas.
O time azulino conseguiu aproveitar o bom momento e abriu o placar aos 40 minutos. Daniel Costa recebeu pela direita, levou para o meio e deu um passe em profundidade nas costas da defesa para Dawhan. O volante cruzou na área e Michael Douglas estava lá para cabecear para o fundo do gol.
Os visitantes ficaram um bom tempo sem chegar ao campo de ataque, mas quando conseguiu foi para ampliar o placar. Aos 17 minutos, Daniel Costa puxou contra-ataque pela direita e cruzou para área. No meio do caminho, o volante tricolor Pablo desviou para dentro do próprio gol.
O Fortaleza tentou não se abater com o gol sofrido e se lançou ao ataque, enquanto alguns torcedores já começavam a deixar o Castelão. Aos 32 minutos, Paulo Sérgio quase diminuiu quando recebeu a bola e chutou por cima do goleiro, que havia corrido até a entrada de grande área, mas acertou a trave. Aos 43 minutos, Gabriel Pereira cruzou e a bola desviou no zagueiro Cristiano, do CSA, para morrer dentro do gol.
Por Agência Futebol Interior com edição