
O governador João Azevêdo comentou nesta segunda-feira (29) o projeto de lei que estabelecia que o atendimento de mulheres em situação de violência só poderia ser feito por policiais mulheres. Ele destacou que não é esta a lógica que deve ser trabalhada.
"Nós precisamos entender que as pessoas precisam ser atendidas com o respeito que merecem, com a dedicação para a solução do problema", enfatizou João Azevêdo.
Além de priorizar o atendimento das mulheres em situação com respeito, o governador ainda destaca que "existe pelo número de profissionais que nós temos, a impossibilidade de atender a essa lógica".
Segundo informou o governador, a estrutura do estado não permite atender de forma plena o que a legislação pedia. Ele ainda exemplifica o caso afirmando que se fosse trabalhada somente essa lógica, "nós passaríamos daqui a pouco para que uma senhora grávida só pudesse ser atendida por uma médica".
O projeto de lei, de autoria do deputado Ricardo Barbosa, havia sido aprovado pela Assembleia Legislativa da Paraíba, mas foi vetado pelo governador devido à impossibilidade de sua aplicabilidade.
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