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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) na Paraíba, em documento publicado nesta terça-feira (3), revelou estarrecimento após a decisão do Ministério Público de arquivar a ação contra o prefeito afastado de Patos, Dinaldinho.

O documento do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO) foi enviado para o Procurador-Geral de Justiça, Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho.

Dinaldinho foi denunciado no âmbito da Operação Cidade Luz, que investigou a existência de fraudes nos contratos de iluminação pública da cidade de Patos.

A promotora Mariana Neves afirma que a sua decisão se deu através do fundamento para a propositura de ação civil pública por não haver a comprovação de que houve a prática de ato de improbidade administrativa.

No documento, a GAECO reiterou seu compromisso com as investigações e o conteúdo da denúncia oferecida contra os investigados, asseverando a ilegalidade dos atos administrativos praticados pelos agentes públicos envolvidos.

De acordo com o documento, a GAECO afirma que, no período de atuação da empresa de iluminação pública, foram pagos R$ 1.363.220,66 à última empresa.

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